“What we talk about when we talk about love”, Raymond Carver

Adoro diálogos. Mesmo os mais vagos. Ou principalmente eles, capazes de mostrar, além das próprias palavras, as características e reações dos personagens. Gosto de imaginar os percursos da interação e o que fez cada palavra ser dita de determinada maneira, em determinada ordem, e não em outra.

Foi isso o que me atraiu imediatamente na escrita de Hemingway, nos filmes do Eric Rohmer, em David Lynch, Woody Allen e numa porção de séries. E também no conto “What we talk about when we talk about love”, de Raymond Carver, autor que não conhecia e leitura ­(e releitura) constante das últimas semanas, que vim recomendar.

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